Lifehouse encontra sucesso seguindo um cronograma

Encontrei essa matéria sobre a banda no site Dallas News. Autora By LAURA LEEBOVE, confira:

Assim como o relógio, desde que o debut “No Name Face” foi lançado em 2000, a banda de rock Lifehouse tem voltado aos estúdios gravar um álbum a cada dois anos e, cada um deles, conseguiu uma posição no Top 15 do Billboard 200. Com o passar do tempo, o acessor Jude Cole, que produziu em 2007 o álbum “Who We Are” e o próximo a ser lançado, “Smoke And Mirrors”, credita no sucesso do grupo por ser uma banda “real”, sem dublagem, playback, ou fitas atrás de suas performances ao vivo.

“Não há fraude em qualquer lugar”, diz Cole. “A estratégia tem sido “Como é que vamos manter isso fresco e não repetir a fórmula?”

Para manter novo o som em “Smoke And Mirrors”, que será lançado pela Geffen no meio de fevereiro, o vocalista Jason Wade dividiu a composição das músicas em cada uma das faixas, incorporando idéias de Cole, Richard Marx, Kevin Rudolf e Chris Daughtry, com quem ele canta a canção “Had Enough”. “Eu só senti que era necessário obter um ponto de vista diferente.” Wade diz. “Eu tenho escrito músicas desde meus 15 anos e  costumo usar minhas próprias experiências e situações de minha vida como uma espécie de lona, que fica coberta durante uma parte de sua vida onde não há turbulências. Senti que precisava buscar inspiração em outros lugares”.

A inspiração exterior levou ao primeiro single do álbum, “Halfway Gone”, na qual foi co-escrita com Rudolf. “Um bom ano e quatro meses fazendo a gravação e nós não sentimos como se tivesse alguma música ‘não-single'”. Wade diz, notando que Cole era um grande fã de “Let It Rock”, a música de Rudolf com Lil Wayne. “Nós queriamos esperimentar sonoramente e isso trouxe a tona um novo som para o Lifehouse, e Kevin contribuiu com isso. Ele adicionou a ‘pitada’ moderna que nós queríamos fazer.”

A inspiração exterior levou ao primeiro single do álbum, “Halfway Gone”, na qual foi co-escrita com Rudolf. “Um bom ano e quatro meses fazendo a gravação e nós não sentimos como se tivesse alguma música ‘não-single'”. Wade diz, notando que Cole era um grande fã de “Let It Rock”, a música de Rudolf com Lil Wayne. “Nós queriamos esperimentar sonoramente e isso trouxe a tona um novo som para o Lifehouse, e Kevin contribuiu com isso. Ele adicionou a ‘pitada’ moderna que nós queríamos fazer.”

Outra mudança de ritmo no “Smoke And Mirrors”, foi o que Lifehouse gravou entre as datas das turnês e os shows, que era no passado mais comum para uma banda completar um ciclo em turnê e, em seguida, tirar um ano de ‘férias’ para fazer um próximo álbum. “Eu diria que em dez anos, nós passamos seis bons deles na estrada”, Wade diz. “O processo é um pouco diferente pra nós que iríamos gravar na segunda feira, sendo que na sexta estávamos viajando para fazer um show no fim d esemana. Então, basicamente, nós nunca ficamos fora da estrada.”

Cole diz que a química de estar constatemente em turnê se transmitiu para o estúdio, e para algumas músicas que foram gravadas, dentre elas, “Nerve Damage” e “Wrecking Ball”. Eles personificavam o som intenso do show da banda ao vivo, enquanto o resto das músicas foi mais com os sons tocados nas rádios em mente.

“Nós tiramos um tempo das gravações e quando voltamos ao estúdio – Eu acho que porque eles [as músicas] não estavam recém saídas da estrada – era mais como ‘Eu estou meio que com humor de escrever alguma coisa que seja digno das rádios. Este é o tipo de música de estúdio que nós somos capazes de fazer.” ele diz. “E é como casar lindamente duas coisas com o título completas, “Smoke And Mirrors”: Há fumaça e há truques de espelho e os truques dos espelhos é mais como o lado das coisas no estúdio.”

O grupo teve muito sucesso nas rádios no passado, principalmente com seu hit de 2001, “Hanging By A Moment”, que passou 55 semanas na Billboard Hot 100 (e posteriormente foi nomeada canção do ano de 2001), e a de 2005, ”You And Me”, que passou 64 semanas lá. A música do Lifehouse também tem sido ouvida em programas de TV, incluindo “Grey’s Anatomy”, “One Tree Hill” e “E.R”.

Para ler o artigo em inglês clique aqui.

“Nós tiramos um tempo das gravações e quando voltamos ao estúdio – Eu acho que porque eles [as músicas] não estavam
recém saídas da estrada – era mais como ‘Eu estou meio que com humor de escrever alguma coisa que seja digno das rádios.
Este é o tipo de música de estúdio que nós somos capazes de fazer.” ele diz. “E é como casar lindamente duas coisas com o título
completas, “Smoke And Mirrors”: Há fumaça e há truques de espelho e os truques dos espelhos é mais como o lado das coisas no estúdio.”

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