CWG Entrevista Rick Woolstenhulme

Essa entrevista com o Rick foi publicada no site CWG Magize, hoje. Eu achei sensacional e por isso a traduzi. Confira:

Jim: Eu te darei 1 milhão de dólares se você puder adivinhar qual é o meu álbum favorito do Lifehouse.

Rick: Um milhão de dólares? Deixe-me adivinhar.. Você tem um estilo de roqueiro, então… seria “Stanley Climbfall?”

Jim: Droga! Agora eu te devo um milhão de dólares. Você aceita cheque?

Rick: Eu não imaginei que acertaria corretamente!

Jim: Estou impressionado. Ninguém nunca pensa em “Stanley Climbfall.”

Rick: Yeah, Ele é visto como o ’bastardo’ de todos os nossos álbuns. Nós amamos aquele álbum, nós éramos jovens com mentalidade de roqueiros.

Jim: É por isso que eu amo; tinha aquele som suave pelo qual vocês são conhecidos, mas ousado ao mesmo tempo.

Rick: Wow, obrigado.

Jim: Falando em álbuns, nos conte sobre o próximo álbum.

Rick: É chamado“Smoke & Mirrors,” nós basicamente viemos de um circulo entre a turnê de 2 anos e meio e as idas ao estúdio. Nós fomos direto para o estúdio com a energia da estrada. Nós nos orgulhamos por sermos uma banda que toca seus próprios instrumentos, e queríamos trazer a energia do show ao vivo para dentro do álbum. A primeira faixa, “Smoke & Mirrors,” nós fizemos ao vivo no estúdio. Nós queríamos que ele estivesse na ‘veia viva’ do álbum, e nós somos sortudos por termos músicas que estouraram e que se conectaram com os fãs e as rádios. Nós amamos o mundo dos estúdios e da criação das canções; eles são uma tela aberta. Queríamos capturar quarto caras tocando e fazer com que vocês se sentissem com se estivessem na banda (quando você esta escutando o CD).

Jim: Isso é o que as pessoas esquecem – No final do dia, Lifehouse é uma banda de rock!

Rick: Verdade. Acho que tivemos que voltar ao começo; há uma faixa chamada “Nerve Damage”, e você sendo um fã de “Stanley Climbfall”, acho que vai gostar. Foi feito em uma sala ao vivo; é uma jornada, tem muitas batidas  doidas e as pessoas vão pensar “Whoa, isso é demais.”

Jim: Eu sou um purista e me recuso a ouvir um album até que ele estréie para que eu posso escutá-lo por inteiro. Eu nem ao menos ouvi as músicas na internet, ou qualquer coisa nova porque eu quero escutar o álbum inteiro. Eu sei que isso é tosco!

Rick: Eu gosto desse estilo.

Jim: No “Who We Are,” o que eu amei foi que vocês começaram a experimentar novos sons. “No Name Face,” “Stanley Climbfall,” e “Lifehouse” foram basicamente na mesma direção, o que não é uma coisa ruim, mas… seus primeiros 3 álbuns me deixaram pensando, ‘Como eles vão conseguir se superar?’ “Who We Are” foi uma grande surpresa, onde vocês começaram a experimentar e explorer novas ideias… Como na faixa 6, Qual era o nome da música?

Rick: Nossa… Eu não me lembro.

Jim: Espero um momento, deixe-me pesquisar naWikipedia! De qualquer modo, haverá alguma coisa experimental em “Smoke & Mirrors?”

Rick: Definitivamente, há mais experimentações. Refente ao som, há algumas faixas, como “It Is What It Is,” e é diferente porque a banda entra dentro da ponte, o que não é normal. Em algumas faixas, eu faço giros da baqueta com a mão organicamente e as jogo pra cima; é um som diferente para a banda. Nós não queriamos fazer um album em 3 meses e lança-lo. Queríamos fazer alguma coisa sonicamente que seria doce aos ouvidos; alguma coisa onde não há faixas descartáveis.

Jim: “The Joke!” Esse era a música.

Rick: Wow! Yeah! “The Joke,” Eu me lembro dessa. Nós fizemos um pequeno experimento nessa música.

Jim: Aquele álbum (“Who We Are,”) as primeiras 5 faixas foram tipicas do Lifehouse e depois vocês levaram o resto do álbum para uma direção completamente diferente.

Rick: Wow, yeah. “The Joke” veio tarde no processo. Era tarde da noite e lá estava ela – Tinha em som eletrizante. Liricamente, tinha um caminho obscuro, e musicalmente é feliz. O contraste entre os dois é legal.

Jim: Vocês são conhecidos pelas músicas feitas de última hora, como “Hanging By A Moment.” Me lembro da história de que Jason a criou de última hora, e se transformou em um sucesso. “O hit que quase não aconteceu,” foi como a imprensa o chamou.

Rick: Na verdade, com este álbum, a faixa “Half Way Gone” foi provavelmente a mais propicia a ficar de lados no processo do CD, quase como “Hanging By A Moment”. Algumas faixas surgiram e elas tem uma energia, e tem todas as coisas que faz o cabelo de todo mundo se arrepiar. Se nós não sentimos esse sentiment quando estamos tocando, então nós sabemos que a audiência não vai gostar. As vezes, faixas surgem no nono tempo e eles se tornam ‘A’ faixa.

Jim: Vocês tem um processo de composição de músicas normal? Por exemplo, Jason ou alguém escreve o refão e trás para a banda ou é mais um esforço coletivo?

Rick: Nós fazemos tudo isso. Jason escreve uma música, e ele vem e toca e nós podemos jogar tudo na panela. Por exemplo, há uma faixa chamada “Wrecking Ball” – nós começamos a batucar por alguns dias e nós fomos almoçar, voltamos, e construímos a faixa e as batidas. Naquela faixa, Bryce faz o vocal principal e Jason faz a harmonia e segunda voz. Nós também colaboramos com nosso produtor Jude Cole, e ele é um compositor super talentoso. Chris Daughtry foi um colaborador. Tem sido bom; colaborações te levam em uma direção que você nunca iria de outro jeito. Este CD, e vendo o talento de todo mundo junto é ótimo.

Jim: Então, como o Lifehouse consegue se manter cheio de vida após todos esses anos?

Rick: Não tenho a menor ideia para ser honesto. Eu acho que o aposento não mente, e isso sempre foi um bom teste. Se estamos tocando e não está funcionando, é obvio. Nós nos mantemos renovados não fazendo sempre a mesma coisa, nós não pensamos, ‘Vamos escrever alguma coisa como a última música.’ Há muita magia para mantermos renovado, mas eu realmente não sei a resposta e justificativa, e como eu acho que deveria responder. Nós somos como atletas profissionais; nós queremos ganhar essa coisa. Nós passamos muitos anos esculpindo e construindo nosso jogo juntos. É novo porque nós amamos o que fazemos – entrando em um lugar e se apresentando. Estar em um palco, essa é a mágica.

Jim: Agora que a industria fonografica está mudando e se tornando mais democratica, o qual você acha que é o seu relacionamento com a gravadora? Ainda é como aquela história famosa, onde eles querem outro “Hanging By A Moment” ou você sente que tem liberdade criativa?

Rick: Nossa gravadora tem sido otima! Nosso estilo é de família co nosso empresário, a banda, produtores – nossa gravadora ouve o que fazemos e eles estão animados. Nós não nos sentimos pressionados; nós escrevemos músicas honestas e a nossa gravadora está ciente disso… e por sorte nós fomos capazes de criar nossa própria coisa.

Jim: Lifehouse tem sido um trio por um bom tempo. Em Smoke & Mirrors, vocês escolheram um guitarrista, Ben Carrey. Você pode nos dizer um pouco sobre isso?

Rick: Ben tem tocado com agente há tanto tempo quanto Bryce, e nós já tivemos guitarritas. Jason toca guitarra grande parte do album e ao vivo, mas nós tivemos que encarar a verdade de que ele não pode tocar tudo o tempo todo, e que ele poderia querer correr pelo palco de vez em quando e apenas cantar. Para termos tudo, nós precisavamos de outro músico, e tem sido ótimo. Ben tem se esforçado, e tem dado tudo certo. Agora, somos um quarteto e é legal!

Jim: O que eu gusto de todos os álbuns do Lifehouse é que eles são guiados pela guitarra e as partes são complexas. Quando você os ouve no fone, você pode ouvir a diferenças em ambos os lados.

Rick: Wow, você é um ouvinte!

Jim: Oh yeah! Com “Stanley Climbfall,” eu costumava escutar o album com fone, e as partes com a guitarra esram insanos. Havia todo tipo de coisa tocando em ambos alto-falantes. Jason realmente detonou todas naquele album, estilizadamente.

Rick: Eu amo quando você não consegue saber se alguma coisa é a guitarra ou outro instrumento. É como doce para os ouvidos na minha opinião.

Jim: Quais são os seus planos de turnê para “Smoke & Mirrors?”

Rick: Os planos de turnê começam em Março e como não ouve um press release ainda, não posso dizer muito, mas a turnê vai durar cerca de 3 a 4 meses e tudo estará no site.

Jim: Como todos vocês equilibram família e sair em turnê?

Rick: É dificil conciliar tudo, mas não é diferente de como as outras pessoas o conciliam, trabalho e vida, não é o mesmo emprego de longas horas como outros, mas você o faz funcionar e fazer o que amamos e se apresentar para os fãs é demais.

Jim: Mais alguma coisa que gostaria de acrescentar?

Rick: Estou bem. Acho que nós basicamente cobrimos tuo.

Jim: Bem, obrigado pela entrevista.

Rick: Eu é que agradeço. Aproveite o resto do dia.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: